No último dia de 2006 há uma coisa muito importante a fazer:
LIMPAR O MEURSS
São aos milhares os posts que ficaram por ler, os feeds que depois de subscritos não foram jamais abertos, e a desorganização em que se tornou a minha OPML. Ora das limpezas para começar um ano novo em condições.
2006 não foi um ano fértil em termos de fotografias. Apesar de continuar a dar ao dedo de vez em quando, este ano foi parco em termos de fotografia. Houve poucos momentos excitantes para fotografar e andei mais tempo a fazer batota que outra coisa. Agora em Dezembro decidi fazer um backup às fotos de 2006 o que deu aproximadamente 3GB de fotos. Tudo para dentro de um DVD no iPhoto.
E em termos de resoluções para 2007 decidi fazer duas coisas durante o próximo ano:
Todas as fotos vão ser tiradas em RAW. Apesar do tamanho extra, fotografar em RAW garante mais opções e sem artefactos permitindo-me o trabalhar das chapas posteriormente.
Descobri este Natal o HDR (high dynamic range) e os resultados são excepcionais. Já não me sentia entusiasmado com uma técnica assim há algum tempo e 2007 vou fotografar para fazer fotos HDR o que vai querer dizer andar com o tripé atrás, mas é um sacrifício que se fará de bom grado.
Agora que não há nada para fazer que não seja comer rabanadas e ver TV, estive ontem a editar um video das passeatas da minha irmã com os amigos a castro laboreiro. Não é nada de especial… mas para 2h de brincadeira com o iMovie… é o que se segue:
O desenvolvimento de modelos com o RepastPy é simples e rápido, mesmo para quem não esteja dentro da linguagem Java. A utilização do RepastPy para desenvolver modelos de base mostra a potencialidade desta ferramenta permitindo implementar um modelo em relativamente pouco tempo, exportando posteriormente para ficheiros de Java que podem ser importados noutros projectos.
Para ilustrar a utilização do RepastPy criei uma pequena simulação onde se ilustram alguns conceitos do RepastPy. Neste modelo temos um espaço bidimensional (100×100) completamente preenchido por agentes (células). As regras desta simulação são explicadas seguidamente:
Células:
Cada célula em cada geração é de um determinado tipo.
A sua representação na grelha é feita numa escala de cinzento, sendo que cada cinzento representa um tipo de célula diferente.
As células não nascem nem morrem. Apenas mudam de tipo a cada iteração.
Espaço:
O espaço (100×100) está completamente preenchido por células distribuídas aleatoriamente.
Inicialmente o tipo de cada célula é definido aleatoriamente a partir de um conjunto de valores possíveis definidos por dois parâmetros.
Evolução:
A cada passo (step) do modelo, cada célula vai mudar de tipo, seleccionando uma célula da sua vizinhança de Moore (8 células vizinhas) e copiando para si o tipo da célula escolhida.
Existe um parâmetro de mutação (probabilidade) que permite definir se a célula vai sofrer uma mutação nessa geração. Caso assim seja, a célula em vez de copiar um tipo de uma célula vizinha, vai aleatoriamente mutar para um qualquer tipo do intervalo de tipos possíveis definido no arranque do modelo.
Como experimentar o modelo:
Pré-requisitos:
Ter o Java instalado no seu computador — Pode fazer download do Java a partir do site da Sun.
Caso seja utilizador windows, deve ter também o .NET Framework 1.1 instalado.
Instalação:
A partir do site do Repast, faça download do Repast 3.1 e instale-o.
Correr o modelo:
Abra o RepastPy e abra o modelo cell_mutation. Compile (bandeira azul do menu) e Corra (bandeira verde do menu) o modelo.
Exemplo:
Se tudo correr bem deve ter um modelo que se comporte de forma semelhante à imagem seguinte que mostra o início e o estado da simulação ao fim de aproximadamente 1000 iterações.
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