Ok, e depois de anos a criticar a Microsoft por causa da forma como o XP era instalado, porque é que raio que a Firewall do Leopard não vem ON por defeito?
Um dos problemas com a forma como o Google gerava tráfego para os sites era que obrigava os donos dos mesmos, fossem bloggers, ou não, a escrever pensando mais nos incoming links e na classificação do google, do que propriamente a escrever para a comunidade.
Tentar construir uma comunidade em torno de um produto ou ideia continuava a ser importante mas de dimensão muito menor quando comparado com os milhares de hits que o tráfego do google podia trazer. Assim todos desenvolviam e escreviam para o Google em vez de escrever para os seus leitores. Ler mais…
O nome Kevin Rose atrai muita gente e o não fosse o facto de o ex-apresentador dos Screen Savers, fundador do digg, estar no rol do Pownce e provavelmente o serviço teria passado ao lado. A verdade é que desde o princípio lhe faltou uma coisa importantíssima: Uma API que permitisse interagir com ele sem ser através do browser. Mas as coisas mudaram e o Pownce anunciou a sua API pelo que finalmente os developers vão poder interagir com o site.
Atendendo à tracção que entretanto Twitter e Jaiku já conseguiram, será que o Pownce vai a tempo de entrar na luta ou será apenas mais um?…
Muito se tem falado ultimamente do Microsoft Virtual World 3D, algo que muitos parecem querer comparar ao Google Earth. Como me pareceu muita fruta o tom em que o Microsoft Virtual World era defendido decidi dar uma espreitadela para ver se realmente seria possível desafiar o Google.
Quando cheguei ao site dos mapas da Microsoft verifiquei que a tal funcionalidade iria funcionar com um plugin do browser. Poderia competir com uma aplicação Desktop? Para além do mais apenas 15 cidades norte americanas estão a 3D, o que me fez pensar na quantidade de zonas que o Google Earth tem em 3D… para além da possibilidade dos utilizadores criarem edifícios e similares.
Mas vamos lá ver então isto… abro a página dos mapas e quando clico no 3D… O seu browser não é suportado! Lindo. A microsoft lançou um plugin para o IE e quer chamar a isto um concorrente ao Google Earth…
Mas mesmo assim não desisti e já que estava ali no site dos mapas decidi que ia fazer uma comparação entre os dois serviços de mapas a 2D… afinal há que lhes dar uma hipótese de se redimirem do problema com o plugin 3D.
Decidi ver qual dos dois mapas apresentava melhores resultados. Escolhi um local conhecido, o Aeroporto de Lisboa e ampliei, ampliei, ampliei… até não ter imagem disponível. Depois cliquei apenas uma vez no Menos e fiz um capture das imagens exactamente com a mesma resolução.
Bem… a imagem acima fala por si. Acho que não preciso dizer muito. Pode verificar por si indo ao site dos mapas do Google e ao site dos mapas da Microsoft, antes de me começar a apelidar de Google Lover ou Microsoft Hater…
A verdade é que pelo que percebi por experiência própria, o tal Microsoft Virtual Earth 3D não passa disso mesmo.. Virtual… (pelo menos enquanto o prenderem a um plugin do IE) ainda vai demorar até fazer mossa no produto do Google, esse sim muito mais Terra a Terra. (Perdoem-me o trocadilho)
Parece que finalmente vai ser possível ter conferências de vídeo e áudio no MAC. A equipa por detrás do Adium X (o excelente programa de IM para o OS X) anunciou que brevemente irá lançar o versão 2.0 do cliente com suporte para vídeo.
Como a Microsoft se prepara também para introduzir vídeo no seu cliente de MSN… vamos ver quem é o primeiro a tirar partido do facto de quase todos os Macs novos terem uma iSight integrada…
Muito se fala ultimamente em retrogaming e a verdade é que com os preços actuais este tipo de jogos pode proporcionar imensas horas de gozo por um preço irrisório ou até mesmo gratuitamente.
Este fim de semana é fim de semana de Exolon DX, um remake do clássico Exolon do spectrum do final dos anos 80. Está muito bem feito, com gráficos mais modernos mas mantendo a jogabilidade da altura. É freeware e está disponível para Windows e Mac, nada mau…
Os microblogs são efectivamente fantásticos. Agora que o Twitter do Público foi para casa, decidi brincar um pouco com a TSF rádio jornal.
A TSF tem uma coisa interessante no seu site, que são aqueles pequenos excertos áudio dos intervenientes das notícias. Perguntei-me se seria possível fazer alguma coisa com eles e se seria possível acompanhar o que se passa no mundo apenas através deles?
Decidi então juntar num mashup vários serviços: TSF claro, TwiiterGrams do Dave Winer, e Twitter tá claro… para produzir o TSF dixit.
O TSF dixit é uma espécie de repositório das actualizações áudio que a TSF vai colocando online. Permite acompanhar durante o dia o que os autores reais das notícias vão dizendo.
Para já este River é algo completamente experimental, mas é curioso verificar que só pelo que as pessoas dizem (mesmo sem saber imediatamente quem são) se percebe o que se passa na actualidade.
O jornal Público contactou-me através do jornalista João Pedro Pereira para saber se era possível ficarem eles a tomar conta do Twitter do Público.
Efectivamente acho que seria melhor eles ficarem com isto, já que são pagos para tal e terão certamente mais tempo e ideias para o Twitter do Público para além da simples emissão das últimas notícias do jornal.
Assim, a todos os que subscrevem o serviço, amanhã (dia 26) vou fazer a mudança e provavelmente poderá haver algum downtime no serviço até que eles no Jornal comecem a actualizar novamente o River do Público.
Queria ainda agradecer a todos os que durante este tempo deram o seu feedback sobre o River, sugeriram ideias e reportaram os bugs do serviço.
Para os subscritores do Twitter do Jornal Expresso queria dizer que vou continuar a mantê-lo pelo que não precisam de se preocupar.
À equipa do Público que vai tomar conta do River, desejo tudo de bom e que façam um excelente trabalho. Boa sorte!
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