O ataque aos servidores de BT da Revision3 mostrou que ninguém está imune à cegueira da industria do entretenimento, e fez-me pensar na seguinte comparação:
Um gajo se for rádio amador, tem que ter licença, as rádios piratas já acabaram há muito tempo, mas na altura ninguém disse que as emissões de rádio eram más.
Por outro lado se uma rádio começar a emitir por exemplo na zona de espectro da aviação civil vai ter sérios problemas com a lei.
Ora com o BT é a mesma coisa. Uma companhia tem uma emissão de TV distribuída por BT e outra tentou através de um DoS destruir o seu serviço.
O BT não é ilegal, lembrem-se políticos e juízes, da próxima vez que uma companhia como a MediaDefender aparecer nas notícias com falinhas mansas.
Na segunda feira passada a Revision3, um dos novos sites de sucesso na produção de conteúdo e distribuição de vídeo da internet foi atacado pela MediaDefender, uma empresa que se especializou em tácticas de destruição de sites de Bittorrent e P2P utilizando técnicas ilegais. O CEO da Revision3 fez uma descrição do que se passou durante a segunda feira passada no blog da companhia e ao que parece para além de terem lançado um ataque de Denial of Service (DoS) também utilizavam os servidores da Revision3 para “plantar” torrents falsos.
As duas actividades são consideradas CRIME pela lei americana e quando o mesmo é praticado por particulares normalmente a coisa acaba em cadeia, uma vez que é crime federal e não há como lhe escapar. Agora à MediaDefender, que já teve clientes como a Sony, MPAA e RIAA (todos defensores acérrimos da morte ao P2P…), o que lhe vai acontecer? Desconfio que provavelmente muito pouco.
Agora que já nos livramos deste fantasma vamos ao que interessa. O mercado está doido com computadores que fiquem abaixo dos 500 dólares. É o novo nicho onde todos querem ter um computador. E lembre-se que própria apple quando inventou o Mac Mini o catalogava como o mac de $500, sendo que depois acabou por ter que esquecer esta parangona. No entanto no mercado sub 500 o que é que apple tem? no momento tem o iPhone (que não é um computador) e tem a apple TV que é apenas um media center mas que se for hackado pode ser transformado num computador, assim… Ler mais…
Eu estive para não falar no assunto. Juro. É como responder aos Trolls… mas eu não sou perfeito e tinha que dizer qualquer coisa.… nem que fosse uma farpazinha, e depois de ir assistindo à reacção que se foi formando no Twitter e nos vários blogues que acompanho (e ainda há um ou dois de quem espero ouvir umas palavras sobre o assunto) achei que a forma com o Marco Santos acaba o seu post no Bitaites resume o meu estado de espirito neste momento.
A Internet, tal como de resto a televisão, potencia o exibicionismo. A diferença neste caso é que a Internet potencia o exibicionismo de todos, enquanto a televisão potencia o exibicionismo de Moita Flores.
Entretanto o Phil, parceiro de aventuras no Triplo Expresso está a fazer um levantamento das melhores reacções ao debate da SIC. E pela amostra, a cambada de “solitários traumatizados” está toda a escrever sobre o assunto.
Actualização:
O Paulo Querido sem dúvida para ler até ao fim… e com sugestões para outras reacções.
Será que foi no iPhone? Aquele produto lançado há 1 ano? A verdade é que tem coisas muito parecidas mesmo. Será que a apple vai mostrar as garras e utilizar as tais 200 patentes que diz ter contra o Android?
Enquanto por cá ainda estamos todos à espera de dia 25 de Junho para finalmente vermos o Asus EeePC ser lançado na sua versão mais pobre (a 701), o fabricante da Formosa não pára, e depois do Eee 900 e do Eee Destkop já se prepara para lançar o Eee PC1000, um Eee com 10” de monitor e já muito provavelmente com processadores Atom. Será?
Por outro lado por cá continuaremos esperando, porque ao ritmo que a Asus Portugal recebe os produtos vamos ver estes mini portáteis ou “netbooks” como já são chamados só daqui a um ano ou mais. E até lá…
Se houve um computador que marcou a história, foi sem dúvida o ZX Spectrum. Foi o meu primeiro computador e fez-me as delícias durante anos a fio. Foi nele que comecei a programar em Basic e foi também onde passei imensas horas a jogar Bruce Lee, entre outros.
Numa onda de revivalismo o projecto ZXSP traz de volta todo o encanto do ZX Spectrum para o Mac. Trata-se de um simulador do famoso minicomputador que deliciou gerações. Agora não sei como vou conseguir acabar todo o trabalho que tenho entre mãos.
Para todos os que estiverem interessados em Marte e na exploração espacial em geral, podem hoje assistir a partir das 23h à emissão especial da NASATV que vai transmitir em directo a aterragem da Phoenix. Contudo a confirmação do sucesso da missão só deverá vir mais tarde já depois da meia noite. Em todo o caso a melhor forma é acompanhar a emissão de vídeo utilizando a página da NASATV ou então utilizando o link seguinte no QuickTime: http://www.nasa.gov/qtl/151335main_NASA_TV_QT.qtl.
Ainda mais se quiser saber todos os detalhes sobre a Phoenix e sobre o processo de descida o Press Kit da aterragem está muito detalhado e contém muita informação útil.
Atendendo a que 1 em cada 3 tentativas de aterrar em Marte redundaram em fracasso, este é sempre um processo arriscado. Contudo o desafio de explorar um planeta distante faz parte do imaginário humano e ajuda a empurrar a ciência e a técnica mais um passo em frente.
A iRiver tem um leitor de MP3 chamado MPlayer vocacionado para crianças que está licenciado pela Disney. Basicamente o palyer de MP3 é uma cabeça do rato Mickey onde as orelhas funcionam como controladores de volume.
Ora o que se passa aqui é que este produto tem exactamente o mesmo nome que um projecto OpenSource chamado MPlayer.
O problema aqui é tentar perceber se não há conflito de marcas? É que embora o primeiro seja hardware e o segundo software, ambos são produtos da mesma categoria. Leitores de áudio.
Claro que provavelmente isto vai dar uma questiúncula legal sobre quem registou a marca primeiro ou qualquer coisa semelhante, e atendendo à ironia da lei do copyright actual (nos EUA) ser chamada “Mickey Mouse Protection Act”, penso que o Mplayer open source vai ter uma longa batalha pela frente.
Quanto à iRiver, que já foi em tempos uma marca que inclusive suportava o formato OGG e linux nos seus players, foi manifestamente infeliz na escolha do nome para este produto.
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