No domingo vá votar nas eleições europeias!
Como hoje é o último dia em que se pode falar de eleições… aproveito para o fazer com uma série de considerações:
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Como hoje é o último dia em que se pode falar de eleições… aproveito para o fazer com uma série de considerações:
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A missão Kepler tem como objectivo procurar exoplanetas semelhantes à Terra.
Até agora os planetas encontrados a orbitar outras estrelas da nossa galáxia são de dimensões elevadas, sendo que o a missão Kepler poderá pela primeira vez encontrar planetas que estejam a distâncias das suas estrelas semelhantes às da Terra do Sol.
Estamos a preparar o caminho para abandonar a Terra?
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O Pownce nasceu mal. Prometeu ser tudo aquilo que o Twitter não era na pior fase do serviço de microbloging com mais baleias da história da internet. Permitia carregar os Tweets ou Pownces com payloads o que era muito reclamado para o Twitter (Até o David Winer inventou o Twittergram — pelo menos até se calar misteriosamente em Outubro de 2008). Quando surgiu parecia que tudo correria bem. Aliás era feito pelo Kevin Rose, o gajo por detrás do Digg. Mas alguma coisa estava mal no reino do Pownce. Desde logo se começou a perceber que embora sem baleias azuis, o serviço era insuportavelmente lento. Aceder ao serviço, ver quem eram os contactos, ou enviar uma mensagem a partir do site era um pesadelo e uma penitência. Logo aí se percebeu que se o serviço ainda sem o número crítico de pessoas já estava a rebentar pelas costuras, muito dificilmente poderia escalar (afinal era disso que se queixavam quando falavam do twitter).
E agora basicamente os tipos da Six Apart compraram o Pownce e decidiram fechar o tasco. A compra basicamente parece ter sido efectuada para comprar os programadores (hm… não sei se será bom sinal). Basicamente foi o colocar de um fim (que vai ocorrer a 15 de Dezembro) num serviço que já ninguém queria utilizar, nem o próprio Kevin Rose que entretanto adoptou o Twitter (irónico) para o seu microblogging.
Aliás parece que as “alternativas” estão condenadas ao fracasso, o Leo Laporte andou durante uns tempos encantado com o Jaiku, até que aquilo também não parecia ir a lado nenhum e o senhor podcast decidiu voltar ao twitter. Entretanto o Jaiku não fechou, mas foi comprado pelo Google que deve andar a pensar ainda o que vai fazer com o serviço.
Quanto ao Pownce… Adeus e não voltes. Eras impossível de utilizar, impossível de interagir (até que a dada altura se fez luz naquelas cabeças e lançaram uma API) e honestamente impossível e perceber. O pownce foi apenas mais um a tentar ganhar espaço nos microblogues… e falhou.
O Pownce quis ser tudo quando surgiu… e o resto é história (bem pequenina por sinal).
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Os senhores que fazem a gestão do site http://escolas.internet.gov.pt responderam ao email que enviei de reclamação que no âmbito do direito de resposta transcrevo a seguir:
Exmo. Sr. David Rodrigues,
Antes de prosseguir com os detalhes da explicação técnica convém contextualizar que este site http://escolas.internet.gov.pt surgiu em 2004 no âmbito da migração da ligação das escolas à Internet para tecnologias de banda larga, destinando-se apenas à recolha da informação de cadastro e técnica necessária para esse efeito. Estando há muito concluída essa fase o acesso actual a este site não se revela de utilidade para a escolas.
- Compatibilidade de técnica dos browsers
Para facilidade de preenchimento por parte das escolas dos vários formulários existentes nesse site, foi desenvolvido um framework de javascript compatibilizado à data de 2004 com os browsers exibidos na página de “Versão de Browser não suportada!”; Internet Explorer e Netscape. Ou seja, como se pode constar houve a preocupação de compatibilização funcional do site com outros browsers que não o IE. Convém lembrar que a essa data não existia versão estável do Firefox bem como de outros actualmente de grande divulgação.
Com os melhores Cumprimentos,
Cirilo Silva.
Comentário:
É bom verificar que os serviços estão atentos às reclamações e corrigem o que tem que ser corrigidos quando alertados para o efeito.
No entanto devo salientar que o Firefox foi lançado em Setembro de 2002 com o nome Phoenix e apesar de na altura não ser um produto estável quando se chegou a 2004 era já um produto que tinha muita implantação no mercado, sendo que a versão 1.0 (já com o nome Firefox) foi lançada em Novembro de 2004. Em Fevereiro desse ano a American Management Systems tinha considerado o Firebird (nome que tinha na altura) como um produto que era virtualmente livre de perigos e tecnicamente muito forte.
Quanto ao Safari, foi lançado pela Apple em versão beta em Janeiro de 2003 e em versão 1.0 em Junho de 2003.
A questão da estabilidade dos browsers novos levantada é questionável, mas mesmo admitindo-a, desenvolver um website fazendo depender as suas funcionalidades da utilização de um browser específico é errado. O desenvolvimento web deve ser feito por “camadas” de forma a que se possa sempre descer para uma camada inferior, ainda funcional, caso em determinada situação um determinado browser não suporte determinado “extra”. Tal não terá sido o caso nesta situação em que se à data se fez depender funcionalidades cruciais de funcionalidades exclusivas de determinados browsers.
Em todo o caso é bom verificar que as reclamações não caem em saco roto e se faz alguma coisa para as atender. Se somente os gestores do site http://www.monumentos.pt fizessem o mesmo e corrigissem o site!
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Fui alertado pelo artigo da Maria João Valente a propósito de mais um website pago por dinheiro dos contribuintes que não funciona com todos os browsers actuais. Trata-se do site do governo dedicado à Iniciativa Nacional para a Banda Larga.

Como tentar aceder ao website parece ser coisa complicada para quem não tiver um pouco de engenho, decidi enviar um email de reclamação ou protesto (conforme quem realmente ler o email). Aqui fica o meu email enquanto esperamos que um dia respondam, o que duvido.
Caros senhores,
Queria reclamar do mau funcionamento do site por vocês gerido
http://escolas.internet.gov.pt/
uma vez que o mesmo indica que é necessária a instalação do Internet Explorer 5.5 ou Netscape 7.0 para correcta visualização.
Sou utilizador Mac, e como tal não utilizo o Internet Explorer. Quanto ao Netscape 7.0, foi descontinuado pela empresa há alguns meses sendo um produto que não existe. Utilizo isso sim o Firefox 3.0 e o Safari, dois browsers modernos, que implementam os standards melhor que aqueles que vocês indicam no vosso website pelo que não compreendo que em ambos os casos o vosso site não aceite estes browsers.
Se a decisão de não desenvolver o website para todos os browsers actuais foi uma questão política então queriam encarar este email como um protesto político. Se por outro lado se tratar de incompetência da vossa equipa técnica então serve este email de reclamação para que a falha técnica seja corrigida e os responsáveis chamados à atenção.
Em ambos os casos é lamentável que um site do estado português não seja inclusivo, permitindo o acesso a todos os cidadãos e se tenha que recorrer a truques como alterar os user-agents dos browsers utilizados para que se consiga aceder aos conteúdos.
(Este email de protesto será também publicado no blog http://sixhat.net )
Cumprimentos,
David Rodrigues
http://sixhat.net/
Esta reclamação seguiu para o email bandalarga@escolas.internet.gov.pt e se quiser reclamar faça-o, a reclamação é um direito para o bem de todos.
update: hoje (dia 11 de novembro) o site da Iniciativa Nacional para a Banda Larga já permite o acesso a partir do Firefox e Safari. A reclamação parece que fez efeito.
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Hoje ao abrir o correio verifiquei que estava cheio de publicidade. As campanhas de Natal já arrancaram e na caixa de correio é normal aparecerem panfletos sobre tudo e mais alguma coisa. Um dos panfletos que me chamou a atenção foi um que me parecia ser da Worten ou da Vobis. Tinha computadores, as cores e o lettering eram os da Sonae… “Hm, deixa lá ver gadgets enquanto espero pelo almoço”, pensei.
E eis que para minha surpresa o panfleto não era nem da Worten, nem da Vobis. Era antes uma empresa chamada Vortus que estava a fazer uma colagem à imagem da Vobis /Worten…
Cheguei a casa e fui ver online os sites das 3 marcas e para minha surpresa… também online as 3 marcas apresentam o mesmo layout e cores (clique na imagem para comparar em ponto grande) e… será que compraram todos o mesmo template?
Pelo que é óbvio através dos whois a vortus não tem nada a ver com as outras duas empresas que pertencem ao grupo Sonae (a Worten via Sonae.com e a Vobis via Continente), mas em tempo de vacas magras na economia parece que a melhor forma de fazer negócio é mesmo copiar o que os outros fazem e enganar no processo o consumidor. Será que a Sonae vai ficar quietinha a assistir de bancada?
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Estive hoje de tarde naquela que deve ter sido a maior manifestação de professores de que há memória. E ainda tive a oportunidade de numa coincidência do diabo conhecer o Pedro do “Era uma vez…” (Espero que tenhas feito uma boa viagem de regresso).
Depois do Google ter achado que as fotos da Marcha da Indignação de Março de 2008 deviam ser alvo de censura (O google achou que as fotos da manifestação eram fotos “impróprias” e suspendeu a conta) agora vamos experimentar no Flickr para ver se a verdade incomoda menos o Yahoo!
Set Completo das Fotos da manifestação dos professores
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Fala-se muito em pirataria em Portugal, que os direitos de autor não são protegidos, que os putos andam a roubar as obras dos artistas no Bittorrent, mas meus senhores a roubalheira é o pão nosso de cada dia neste país. Parece aliás ser a forma de fazer negócio. Veja-se:
A SIC, sim essa coisa que diz que é televisão, ROUBOU há cerca de 2 meses uma fotografia do fotógrafo português Alexandre Cibrão, que estava online no flickr. Pelo facto do fotógrafo a ter colocado online a SIC achou que a poderia utilizar livremente. “Estava no domínio público”.
A Remax, essa empresa que nos impinge casas, ROUBOU a semana que passou uma fotografia do fotógrafo português André Correia, uma foto que está com todos os direitos reservados e que como tal nem sequer permite a utilização ao abrigo de como o Creative Commons.
Por estas da próxima vez que lhe tentarem vender na TV ou nos jornais que os seus filhos andam a roubar os artistas, pense bem porque é que estão a querer atirar poeira para cima dos seus filhos?
E nestes casos, onde estão os senhores das autoridades disto e daquilo?
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Entrevista do CEO da Opera, de onde se guarda uma frase importante em termos móveis. “20% da população mundial tem acesso à internet, mas 50% tem acesso a telemóvel”. Dá para perceber onde vai ser a nova revolução.
Actualizações no Mobile Me da Apple. Same old, same old…
Há uma ferramenta para ajudar os monopolizadores de conversas a não o serem…. Muito útil para evitar falar tanto no Triplo Expresso (se por acaso ainda não ouviu o #5 já está aí à solta)
E ainda uma vista de olhos sobre a nova arquitectura da Web 2.0 e alguns dos seus problemas.
E um vídeo!
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