
O google anunciou hoje um novo produto… o Buzz… e contrariamente ao que a palavra pressupõe, os únicos interessados neste tema serão mesmos os bloggers que acompanham estas coisas.
Depois da apresentação pus-me a pensar no Google Buzz e no que raio é que o Google anda a fazer… mas antes para perceber o meu raciocínio convém fazer aqui um preambulo histórico.
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Quem está à procura de um leitor de e-Books, e esteve literalmente ANOS à espera, vê finalmente a Amazon a colocar o Kindle 2 à venda internacionalmente.
Segundo a Amazon, o Kindle 2 vai estar disponível em cerca de 100 países e vai manter as funcionalidades Wireless.
O melhor é que, com o preço do dólar neste momento, o Kindle pode ficar por um preço super atractivo. A Amazon colocou a versão internacional a $279 que deverá estar disponível para entrega dentro de 10 dias (dia 17). Claro que ainda estará sujeito a taxas de alfândega, mas mesmo assim fica com um preço muito interessante — $359,98 segundo o Público. (Obrigado João pela correcção do preço, assim sendo dá aprox. 250€)
Agora, terá esta anúncio alguma coisa a ver com os habituais rumores de um tablet / eReader / what ever da Apple?
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A Apple não tem iPhones 3GS para venda? (será por aquecer demais?)
A Amazon não tem Kindles DX para venda? (Ou anda meio mundo a ler desenfreadamente, o a Amazon voltou a fazer um stock de duas unidades.
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A MJV a propósito da recente conversão de mais um Guru do Windows ao mundo dos Macs…
Na Forbes, finalmente um peso pesado dizer que a condenação do Pirate Bay é irrelevante quando comparada com o os torrents que se encontram no Google e como tal é preciso remodelar o pensar do direito de autor.
Que o Digg finalmente percebeu que não podia continuar a abusar dos utilizadores com a DiggBar.
Que o túmulo de Cleopatra pode ter sido encontrado, na CNN.
Sobre a repetição do choradinho dos jornais e jornalistas sempre que alguém lhes fecha a mangueira da publicidade, no Techdirt.
E ainda algumas notas sobre e-Book Readers: As chatices do DRM no Kindle da Amazon (uma das razões pela qual optei pelo BeBook em vez do Sony foi exactamente o carácter Open-source do BeBook); Alguns extractores de texto para ficheiros PDF. Quem quiser ler nos eBook Readers tem que ter um. E por fim na Ars Technica uma leitura do mercado de ebooks e ao papel da Amazon neste cenário, assim com os novos ecrãs de maiores dimensões que estão aí à porta.
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Algumas horas depois de me ter inscrito no Google Code para o App Engine recebi a confirmação e pus-me a brincar com o App Engine. Li a documentação, vi o tutorial do Google e experimentei fazer uma aplicação muito simples com o SDK. Tudo foi feito de forma muito rápida. A documentação está muito clara e penso que o App Engine vai permitir efectivamente revolucionar a forma como se desenvolve aplicações para Web. Até agora fazê-lo requeria especialistas, coders, designers, sysadmins e afins… Agora com o App Engine penso que o nível técnico necessário para desenvolver uma aplicação, simplesmente vai baixar, e muito. A meu ver, trata-se de um processo de democratização natural.
Fico a pensar entretanto uma coisa: O que estará nesta altura a Microsoft a pensar? É que mais que um ataque ao mercado directo da Amazon, o App Engine é um ataque ao modelo de desenvolvimento de aplicações da Microsoft. Se desenvolver uma aplicação web for tão simples quanto possível, que papel fica para companhias como a Microsoft no desenvolvimento destas aplicações? Ainda para mais quando todos parecem falar que o futuro da computação passará por aplicações online?
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O mundo da música está a conhecer em 2007 uma verdadeira mini-revolução. Tudo porque este ano até à data vivemos alguns marcos importantes.
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Parece que a Amazon se vai dedicar também a vender música livre de DRM. Para já a loja da Amazon apresenta preços mais competitivos que os da iTunes music Store e melhor ainda, tudo sem DRM. Para além disso apresenta um excelente suporte para Mac OS X.
As compras de música podem ser feitas directamente através de um browser, mas a compra de álbuns completos é feita com a ajuda de uma aplicação de gestão dos downloads que integra as músicas compradas com o iTunes. De momento a Loja da Amazon apresenta cerca de 2 milhões de músicas sem DRM com preços entre 0.89$ e 0.99$ e álbuns a começar em 4.99$.
Com estes preços, mais baratos que os do iTunes, sem dúvida que a loja da Amazon se prepara para ser uma grande alternativa ao serviço da Apple. Por outro lado tem o defeito de só aceitar dólares, pelo que não será muito prático para europeus, a menos que alguém tenha uma conta na moeda dos americanos. Para além disso com o euro a 1,4 dólares… se alguém conseguir comprar em dólares vai ficar muito bem servido, porque quando isto estiver disponível oficialmente na Europa certamente que os preços serão feitos com um câmbio 1:1.
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