Ultimamente, graças à Maria João Valente, descobri o XMind, um sistema de gestão de Mapas de Conceptuais muito interessante e cuja grande vantagem é que existe para Mac, Windows e Linux (bendito Java) permitindo trabalhar em qualquer máquina que possuo da mesma forma (se precisar de algo deste género experimente este: É bom e Open Source!).
Ora o mais curioso é que o formato dos ficheiros é uma bela surpresa. Apesar de ter uma extensão do tipo .xmind o ficheio não é mais do que um .zip e lá dentro do Zip estão apenas ficheiros XML e umas pastas com thumbnails. Ora sabendo isto… parece-me que há aqui possibilidades de utilizar e ou criar alguns serviços interessantes, particularmente se colocarmos um servidor algures online. Hm… que ideias é que se pode ter para mapas conceptuais online onde a interface local já está feita?
Sem categoria brainstorming, coding, java, mapas conceptuais, software, Xmind
Para as restantes plataformas o Java já vai na versão 1.6.0_10. No entanto a Sun não lança uma versão do Java para Mac, deixando essa tarefa para a própria Apple que… tem tanto interesse em lançar o Java para Mac com eu tenho de aprender Objective C… é para amanhã.
Sendo que a Sun faz uma série de distribuições e o Mac é neste momento a segunda plataforma de distribuição a seguir ao Windows, não faz sentido que seja a própria Sun a desenvolver o Java para Mac? Não se percebe. Para além disso poderia ser a forma de ter Java 1.6 a correr em máquinas de 32 bits (algo que a Apple se recusa a fazer)
apple java, rant, Sun
Já tinha questionado há algum tempo se o iPhone sem Java é um erro. Pois agora parece que a Sun se prepara para corrigir esse erro e está a desenvolver uma versão da Java Virtual Machine para correr no iPhone. E melhor ainda… o JVM será colocado na loja da Apple gratuitamente.
Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.
apple iphone, itouch, java, JVM, Sun
Estive hoje num Workshop sobre Complexidade em Sistemas Sociais, que vai decorrer até amanhã no ISCTE. Vários investigadores vieram mostrar os seus trabalhos e entre eles vários mostraram simulações executadas em Repast.
Para quem não sabe, o Repast é uma biblioteca Java para facilitar a vida na programação de sistemas multi-agente.
Ora acontece que o Repast está agora na versão Simphony 1.0. A criação desta versão foi uma grande alteração em relação à anterior 3.1 (sim, a numeração é mesmo assim… O Simphony é um “novo” produto) uma vez que agora o Simphony deixou de ser uma biblioteca java que podia ser logo utilizada, para agora ser um pacote com o editor Eclipse integrado. Isto não facilita em nada a utilização do Repast, uma vez que quem até agora não utilizava o Eclipse não pode desde logo continuar a utilizar o mesmo IDE para o desenvolvimento das suas simulações.
Mas isto podia ser embirração minha com o eclipse, mas ao falar hoje com quem lida mais com a ferramenta, a opinião é quase unânime: “Foi erro acoplar o Repast o Eclipse. É mais pesado, lento e obriga a aprendizagem do Eclipse por parte de quem programa noutras linguagens. O Download também aumentou de tamanho (por culpa do Eclipse) e as funcionalidades 3D não são suficientes para justificar tanta chatice”. Muitos dizem mesmo que continuam a utilizar a versão 3.1 e que não pensam fazer o upgrade…
Isto mostra um pouco que o acoplamento do que até agora era uma boa biblioteca de java a um editor particular vai afastar algumas pessoas. Naturalmente que para utilizava o Eclipse anteriormente isto não coloca problemas, mas nem todos estão dispostos a fazer esta transição.
complexidade eclipse, java, repast, simphony
Estive hoje num Workshop sobre Complexidade em Sistemas Sociais, que vai decorrer até amanhã no ISCTE. Vários investigadores vieram mostrar os seus trabalhos e entre eles vários mostraram simulações executadas em Repast.
Para quem não sabe, o Repast é uma biblioteca Java para facilitar a vida na programação de sistemas multi-agente.
Ora acontece que o Repast está agora na versão Simphony 1.0. A criação desta versão foi uma grande alteração em relação à anterior 3.1 (sim, a numeração é mesmo assim… O Simphony é um “novo” produto) uma vez que agora o Simphony deixou de ser uma biblioteca java que podia ser logo utilizada, para agora ser um pacote com o editor Eclipse integrado. Isto não facilita em nada a utilização do Repast, uma vez que quem até agora não utilizava o Eclipse não pode desde logo continuar a utilizar o mesmo IDE para o desenvolvimento das suas simulações.
Mas isto podia ser embirração minha com o eclipse, mas ao falar hoje com quem lida mais com a ferramenta, a opinião é quase unânime: “Foi erro acoplar o Repast o Eclipse. É mais pesado, lento e obriga a aprendizagem do Eclipse por parte de quem programa noutras linguagens. O Download também aumentou de tamanho (por culpa do Eclipse) e as funcionalidades 3D não são suficientes para justificar tanta chatice”. Muitos dizem mesmo que continuam a utilizar a versão 3.1 e que não pensam fazer o upgrade…
Isto mostra um pouco que o acoplamento do que até agora era uma boa biblioteca de java a um editor particular vai afastar algumas pessoas. Naturalmente que para utilizava o Eclipse anteriormente isto não coloca problemas, mas nem todos estão dispostos a fazer esta transição.
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Todos desejamos performance nas nossas aplicações. No Java e apesar de alguns dizerem que é mais rápido que C++ isto nem sempre é verdade, mas vou falar disso noutra altura. Hoje o que queria colocar aqui é uma ajuda para quem tem que trabalhar com Java. Em vez de correr a JVM client o melhor para performance é mesmo correr a JVM server. Para isso terá que utilizar o terminal e correr os programas da seguinte forma:
java –server –jar programa.jar
Ora para não ter que andar sempre a adicionar –server no terminal, o melhor é colocar o –server como default. Para isso basta editar o ficheiro jvm.cfg (que é um ficheiro de texto simples) e onde está:
–client KNOWN
–server KNOWN
é só trocar a ordem para:
–server KNOWN
–client KNOWN
Assim tudo o que for java vai correr na JVM server e só se chamarmos explicitamente a versão client é que será corrida aí.
Ganhos de performance? Sim bastante notáveis. Estive a experimentar calcular uma série de Fibonacci e posso dizer que o tempo de execução foi em média:
–client: 540ms
–server: 397ms
o que dá para o mesmo programa um ganho de 143ms ou cerca de 26%, nada mau. O downside? Tradicionalmente o JVM –server demora um pouco mais a arrancar e come mais memória, mas se depois se tornar mais rápido… para quê queixarmo-nos…
no Mac OS X Tiger o jvm.cfg está em
/System/Library/Frameworks/JavaVM.framework/Versions/1.5.0/Home/lib/jvm.cfg
Bem, por curiosidade o mesmo cálculo em C sem optimizações demorou 810ms e com optimizações –O3 cerca de 260ms. Mas como disse estas discussões são para outra altura.
java java

Java for iPhone urged by Sun official | InfoWorld | News | 2007-09-26 | By Paul Krill: “The Java platform may run on 2 billion handheld phones, but not on Apple’s trendy new iPhone. Apple’s stance was called a mistake by a Sun Microsystems executive Wednesday at the AJAXWorld conference in Santa Clara”
O erro será do ponto de vista de todos os que são externos à Apple. E porque é que para a Apple não é um erro? Não será certamente pelo risco de uma aplicação deitar abaixo toda a rede da AT&T.
A realidade é que tudo dependerá do controlo. Enquanto a Apple tiver o controlo total sobre o aparelho, poderá estabelecer parecerias comerciais a seu belo prazer, como por exemplo a recente com o Starbucks. No dia em que permitir que outras tecnologias se instalem no seu aparelho deixa de ter o poder de negociar acordos de exclusividade com algumas marcas que se queiram associar ao Elan da Apple através dos seus produtos.
A instalação de suporte Java no iPhone seria mesmo o pior que Apple poderia fazer em termos de controlo (pior, para a própria Apple, está claro), ainda para mais numa altura em que não há uma plataforma de desenvolvimento (SDK) pública para o iPhone. Ora entre o que os developers querem… e a Sun ultimamente quer muito da Apple (o ZFS, o Java no iPhone… ) e o que Apple quer (dinheiro) vai uma distância muito grande.
Sem categoria apple, iphone, java, opinião, Sun
A Universidade de Oxford produziu um emulador de x86 em Java e tem online um Demo desta máquina virtual a correr DOS (FreeDOS), mas a grande vantagem é que se alguém quiser matar saudades de jogar alguns jogos clássicos, esta máquina inclui no disco C:
Space Invaders
Lemmings
Prince of Persia
Super Mario
PacMan
King Kong
Ok, já chega de saudades… vamos lá voltar para a realidade…
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E não é que o pessoal do NetBeans até faz uns tutoriais porreiros e avisa o pessoal através da maillist deles?
UML no NetBeans
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Andámos todos de volta do modelo do Merton, que nem tive tempo para outras coisas, mas agora que a entrega no passado, pus-me a brincar com o modelo Bak-Sneppen, falado na aula de Matemática. Queria ver o boneco a funcionar… e depois de o implementar, não é que funciona?

Para quem quiser experimentar, criei o projecto no NetBeans e podem fazer download do projecto para o correr no vosso computador.
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