Afinal era bom demais para ser verdade. O lançamento do Kindle 2 internacional prometia trazer a revolução dos livros electrónicos para a Europa, mas a cada dia que passa, cada vez FEDE mais.
Primeiro: o shipping é feito a partir dos EUA quando a Amazon tem lojas na Europa, o que implica pagar taxas alfandegárias.
Segundo: o Kindle vem com fichas eléctricas americanas o que implica adaptadores. Impensável!
Terceiro e talvez o mais IMPORTANTE: o Kindle 2 não vai ter a ligação à Web que a versão americana tem em qualquer parte. Nada de Ler blogs nem utilizar o browser. Simplesmente a FEATURE está Desligada.
Por isso… adeus Kindle… tiveste a tua oportunidade… mas cá por mim continuo fiel ao meu BeBook
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Quem está à procura de um leitor de e-Books, e esteve literalmente ANOS à espera, vê finalmente a Amazon a colocar o Kindle 2 à venda internacionalmente.
Segundo a Amazon, o Kindle 2 vai estar disponível em cerca de 100 países e vai manter as funcionalidades Wireless.
O melhor é que, com o preço do dólar neste momento, o Kindle pode ficar por um preço super atractivo. A Amazon colocou a versão internacional a $279 que deverá estar disponível para entrega dentro de 10 dias (dia 17). Claro que ainda estará sujeito a taxas de alfândega, mas mesmo assim fica com um preço muito interessante — $359,98 segundo o Público. (Obrigado João pela correcção do preço, assim sendo dá aprox. 250€)
Agora, terá esta anúncio alguma coisa a ver com os habituais rumores de um tablet / eReader / what ever da Apple?
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CEO da Amazon apresentando o Kindle DX
Uma das grandes confusões da semana passada foi o caso 1984 da Amazon! Não falei antes no assunto por estar num curto descanso no Alentejo, mas o facto permitiu-me ter tempo para reflectir um pouco mais no assunto. A minha primeira reacção foi “A amazon matou o kindle com esta atitude, quem é que vai agora comprar um kindle se não tem sequer a garantia que aquilo que compra será seu?” Depois surgiu a comparação “e se a Bertrand, depois de lhe vender em casa, mandasse uns empregados saltar pela janela e recuperar os livros deixando-lhe o dinheiro em cima da mesinha de cabeceira?” Claro que isto é inconcebível e segundo a lei é crime de furto. Porque depois de vendido, o livro não pertence mais ao vendedor. Mas aquilo que parece obviamente um crime, nos EUA não é. COMO? Sim.. a Amazon fez o que fez, porque nunca na verdade vendeu o livro. Apenas vendeu (em letras muito miudinhas) uma licença de utilização que pode revogar a pretexto do que lhe apetecer. Ou seja, para a Amazon e para a lei americana, o crime é permitido se for escrito num End User Licence Agreement.
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A MJV a propósito da recente conversão de mais um Guru do Windows ao mundo dos Macs…
Na Forbes, finalmente um peso pesado dizer que a condenação do Pirate Bay é irrelevante quando comparada com o os torrents que se encontram no Google e como tal é preciso remodelar o pensar do direito de autor.
Que o Digg finalmente percebeu que não podia continuar a abusar dos utilizadores com a DiggBar.
Que o túmulo de Cleopatra pode ter sido encontrado, na CNN.
Sobre a repetição do choradinho dos jornais e jornalistas sempre que alguém lhes fecha a mangueira da publicidade, no Techdirt.
E ainda algumas notas sobre e-Book Readers: As chatices do DRM no Kindle da Amazon (uma das razões pela qual optei pelo BeBook em vez do Sony foi exactamente o carácter Open-source do BeBook); Alguns extractores de texto para ficheiros PDF. Quem quiser ler nos eBook Readers tem que ter um. E por fim na Ars Technica uma leitura do mercado de ebooks e ao papel da Amazon neste cenário, assim com os novos ecrãs de maiores dimensões que estão aí à porta.
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