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Artigos com Etiquetas ‘music’

Bossa Nova + Tóquio + Globo espelhado

17, Julho, 2009
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Tokyo Jihen from Moon on Vimeo.

a.k.a Tokyo Incidents

Quando a música está em todo o lado e sem dúvida que no princípio desta Bossa nova japonesa pensei que ia ouvir algo de um país mais quente… e próximo. No final uma boa surpresa para um fim de semana de muito sol. A não perder pitada até ao fim por causa dos solos.

(Só não percebi o fetiche da mala a tira colo e do globo espelhado tipo disco anos 7080)

= Bom fim de semana! (que vou para a praia)

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As mentiras do Costume da ‘Indústria’ da música

20, Março, 2009


A indústria da música, como de costume, é perfeita, não faz asneiras. O seu modelo de negócio foi estabelecido no tempo dos gramofones e não precisa de mudar. A AFP (associação fonográfica portuguesa) descobriu que em 2008 a venda de música em Portugal caiu 11,5% e imediatamente veio para a imprensa culpar a “pirataria” esse monstro de costas largas que serve para amparar as asneiras e mentiras da indústria.

Diz o director da AFP que a crise da música está directamente relacionada com a pirataria da música na Internet. COMO? Onde é que o senhor fundamentou esta opinião? Pode mostrar os estudos que imputam a diminuição de vendas com o aumento da pirataria? Aliás, certamente não leu /​ ouviu um estudo dos hábitos do consumidor feito pelo Grupo NPD em que as conclusões são simplesmente diferentes ou o artigo do The Guardian em 2008 que mostra que a música pirateada na internet é uma fracção da música pirateada[1b]:

Mais, diz ainda “Há gerações que não compram música, só fazem downloads pela Internet e há um trabalho que está por fazer”. O senhor deve saber mais do que nós. Primeiro utiliza GERAÇÕES, no plural como se todos os que conhecemos, desde o meu avô de 95 anos ao meu gato fossem bandidos. Pode indicar estudos que mostrem a estratificação por idades (já que fala em gerações) daqueles que fazem pirataria? E como o senhor não fez o trabalho de casa não sabe de estudos que dizem exactamente coisas como: “digital music sales will grow at a compound annual growth rate of 23% over the next five years”[1a]

Mas acham que acaba aqui? Logo a seguir diz com toda a autoridade que a presidência de uma associação lhe dá: “É muito difícil o iTunes conseguir singrar se num site ao lado um mesmo álbum for disponibilizado gratuitamente.” COMO? O que sabe o senhor da AFP que o presidente da Apple não sabe? É que olhando para o que saiu nos últimos anos em termos de vendas é, só para exemplificar:

2005 — iTunes storms into top 10 music sales chart [1]

2005 — iTunes scores 80 per cent of UK downloads [2]

2006 — “revenue on iTunes soared by 84%. In addition, the number of transactions jumped 67%, and the amount spent per transaction was up 10%.”[3]

2007 — “The iTunes service wields incredible power in the music business, since it accounts for more than 76 percent of digital music sales. And its influence is on the rise: Apple recently passed Amazon to become the third-​​biggest seller of music over all, behind Wal-​​Mart and Best Buy, according to the market research firm NPD.”[4]

2007 — iTunes Music Store — songs sold
Launch: April 28, 2003
25 million songs: Dec. 15, 2003
“Over” 70 million songs: April 28, 2004
100 million songs: July 12, 2004
150 million songs: Oct. 15, 2004
200 million songs: Dec. 16, 2004
250 million songs: Jan. 24, 2005 (50 million in 38 days)
300 million songs: March 2, 2005 (50 million in 36 days)
350 million songs: April 13, 2005 (50 million in 41 days)
400 million songs: May 9, 2005 (50 million in 30 days)
500 million songs: July 5, 2005 (100 million in 57 days)
“Over” 600 million songs: Oct. 25, 2005 (“over” 100 million in 112 days)
850 million songs: Jan. 10, 2006 (250 million in 76 days)
1 billion songs: Feb. 22, 2006 (150 million in 42 days)
1.5 billion songs: Oct. 26, 2006 (500 million in 246 days)
2 billion songs: Jan. 9, 2007 (500 million in 80 days)
2.5 billion songs: April 1, 2007 (500 million in 82 days) [5]

2008 — iTunes Records a Sales Milestone — Apple Inc. has surpassed Wal-​​Mart to become America’s No. 1 music store, the first time that a seller of digital downloads has ever beaten the big CD retailers. [6]

A verdade é que estes links e sites mostram um cenário muito diferente daquele que o presidente da AFP quer fazer passar. O problema não é achar que a pirataria é má. Todos achamos e seria óptimo que houvesse um mundo onde não existisse, de qualquer tipo, mas a verdade está na forma como a indústria se tem comportado. A indústria acha que “tem direito” a vender todos os anos mais. A indústria acha que quando o seu modelo de negócio está a falhar, em vez de perceber porque perdeu 20 milhões de compradores de CDs (nos EUA e que não foram para outros meios), é mais fácil atirar a culpa para um lado obscuro e ilegal chamado pirataria digital. A AFP não quer acabar com a pirataria. A AFP quer apenas receber mais dinheiro. O dinheiro que ela acha que tem direito segundo um modelo de negócio que as pessoas cada vez menos querem. E pior que tudo o resto é que vem para uma imprensa acrítica que lhes dá voz sem fazer um pouco de investigação. Como o que é dito vem de uma “associação” deve ser verdade! E basta colocar o que a pessoa disse entre aspas para que a imprensa se escuse a fazer um pouco de investigação.
A estratégia da AFP é clara. Criar um panorama negro, irreal, de forma a que futuramente legislação que garanta a perpetuação do seu negócio falhado, seja aprovada. Ainda por cima não se coíbe de acusar tudo e todos, inclusive de inventar factos no que diz respeito ao iTunes para tentar justificar o seu ponto de vista. Já o vimos no passado com tantas outra medidas e polémicas. Infelizmente é pena que assim seja.

Referencias:
[1b] — The Guardian
[1a] — Music downloads to surpass CD sales by 2012, Forrester study says
[1] — Silicon​.com
[2] — Silicon​.com
[3] — InformationWeek
[4] — New York Times
[5] — macsimumnews
[6] — LA Times

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Música? Alguém acredita no fim do iTunes?

1, Outubro, 2008

Se por um lado estamos contra a forma como a indústria da música NMPA quer cobrar dinheiro pela música, com o pretexto de que está a cobrar royalties para os autores, a última novidade de que a Apple ameaça fechar a a iTunes Store é a ridiculamente pateta.

Se é sabido que os músicos não ficam ricos com as vendas nestas lojas online, dá vontade de torcer para que o Copyright Royalty Board decida a favor das editorasNMPA só para ver se a Apple realmente tem coragem de fechar a loja de música… ia ser giro ver a Apple a fechar a sua Galinha dos Ovos de Ouro.

Lá teríamos todos que ir procurar os MP3 no Google ou então quem sabe até comprá-​​los no serviço de MP3 da Amazon…

Ler mais…

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Yahoo acaba com DRM! Clientes queixam-​​se?

31, Julho, 2008

Há boas notícias às quais imprensa gosta de dar a volta para servir interesses que não percebo. Quando a Microsoft decidiu acabar com os servidores de autorização das músicas com DRM, todos se revoltaram, o que levou a Microsoft a voltar atrás. Agora é a vez do Yahoo! anunciar que vai desligar os servidores que autorizam as músicas com DRM a tocar num determinado computador e novamente as queixas parecem estar a subir de tom.

Estamos a assistir ao fim do DRM e os patos que compraram música com DRM queixam-​​se que podem ficar sem poder ouvir as suas músicas no futuro. Para já o Yahoo garante que mesmo após o desligar dos servidores de autorização as pessoas podem continuar a ouvir as músicas no computador onde as tiverem (até que mexem a fundo no OS). Mas esperem, as pessoas compraram as músicas, e se tiverem que formatar o computador?

O irónico é que o Yahoo sugere que as pessoas gravem CDs de música (que não contém DRM) para preservar dessa forma as músicas que comprararam. Então agora já não há problema em dar a volta ao DRM?

O extraordinário é que os clientes que compraram música com DRM agora parecem fazer muito burburinho, queixando-​​se que não vão poder ouvir a sua (deles? dream on) música. Preocupações essas que estão estranhamente a ter eco na imprensa. A verdade é que quando essas músicas foram compradas não ouvimos esses mesmos clientes a queixar-​​se do DRM.

Parece-​​me que por detrás destas notícas há mais que simples clientes descontentes. Há a indústria do cinema a tentar fazer passar a ideia que ao DRM não é assim tão mau porque ainda depende dele a 100% para controlar a distribuição, zonas e afins e a ideia de que o DRM morreu efectivamente é má para o seu negócio. O que aconteceria se os tais clientes que agora se queixam do fim dos servidores de autorização do Yahoo, começassem antes a reclamar do DRM dos filmes Blu-​​Ray e se recusassem a comprar músicas ou filmes com DRM? Ou então que passassem a procurar música em locais alternativos, ou mesmo procurar no google mp3?

O DRM é mau, errado e cerceador das nossas liberdades. A notícia do fim dos servidores de DRM do Yahoo devia ser louvada como positiva, não como um cataclismo como alguns pretendem fazer passar.

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A Censura à Internet

13, Fevereiro, 2008

Foto de NaOH

Ultimamente tem começado a surgir notícias muito preocupantes no que diz respeito ao futuro da internet tal como a conhecemos hoje, principalmente porque os políticos começaram a querer decidir sobre o assunto. Mais sobre isto adiante.

Na Dinamarca um tribunal decidiu obrigar um ISP a bloquear o site thepiratebay​.org argumentando que o ISP Tele2 ajudou à violação dos direitos de autor na medida em que quando os seu utilizadores utilizavam o thepiratebay​.org haveria cópias de material pirateado nos routers do ISP. Contudo isto vai contra a directiva comunitária Infosoc, que diz claramente que a cópia nos routers é permitida, como excepção e sabendo mesmo que se trata de uma limitação dos direitos dos titulares dos direitos de autor. Mais ainda, esta directiva não é negociável e todos os estados membros tem que a aplicar.

Em França o presidente Sarkozy propôs a criação de uma taxa de acesso à internet. Os detalhes não são muito claros ainda, mas a ideia era de que o acesso à internet iria financiar o canal público de televisão francês sem publicidade. A proposta não é só idiota, mas perigosa. Primeiro, porque se as pessoas estão a mudar os seus hábitos da TV para a Internet, isso diz respeito às pessoas, e à sua liberdade de opção. O facto de as pessoas preferirem agora utilizar a internet como meio de entretenimento e informação não pode significar por si só uma taxa. Parece uma multa à mudança. Por outro lado é perigosa para a própria França uma vez que a taxa torna-​​se uma limitação na disseminação de uma tecnologia que todos querem ubíqua. As reacções aliás não se fizeram esperar e a comissária europeia para as telecomunicações, Viviane Reding, disse que a proposta ia contra a “visão de uma Europa sem fronteiras e de acesso barato à internet”. Menos politicamente correcto que a comissária europeia, o CEO da rede social Xing, baseada na Alemanha, dissse “Se o Sarkozy quer retirar a França da era Digital, então deve ir em frente”. Como se alguma vez um Alemão se importasse com a França…

Em Inglaterra o governo anda a estudar a possibilidade de bloquear o acesso dos utilizadores de internet que forem apanhados a fazer downloads ilegais de música ou filmes. O rascunho da proposta está em discussão mas implica que os ISPs seriam os responsáveis por monotorizar os tráfego dos seus clientes accionando as expulsões. Os ISPs que não cumprissem poderiam ser processados e a informação privada dos suspeitos de downloads ilegais seria fornecida aos tribunais. A associação de provedores de acesso de internet britânica já veio entretanto a terreno dizer que “os ISPs não tem capacidade de verificar cada pacote tal como os Correios não podem verificar cada carta”. Por detrás desta medida parecem estar novamente as associações de direitos de autor que aplaudem a proposta, mas que mais uma vez tem a noção de que a infra-​​estrutura da internet está lá para ser governada com os interesses da industria da música e do cinema.

Estas três histórias mostram uma tendência na luta contra a pirataria. Depois de anos a perseguir mães solteiras e jovens de 11 anos, as associações de direitos de autor perceberam que estavam a criar uma má imagem (só agora?). Assim, procuram dar a volta a um problema fundamental que está na definição do que é o “direito de autor” e o que é a “cópia” e decidiram que a melhor acção era atacar os “pipes”, obrigando os fornecedores da estrutura de suporte da internet serem responsáveis pelas acções dos utilizadores. E isto fazendo-​​se através da pressão legislativa, e portanto convencendo o elo mais fraco (os políticos compram-​​se facilmente) para tomar medidas. Estes não percebendo nada do assunto estão a cair na cantiga e as medidas legislativas propostas mostram decisões de info-​​ignorantes.

Talvez pelo andar da carruagem para a semana se proíba de enviar cartas quem enviar uma cópia de um CD pelos correios a uma namorada, ou se responsabilize as “Estradas de Portugal” pelos crimes que os condutores cometerem nas estradas sob sua supervisão. Ou então que tal responsabilizar os Governantes pelos crimes praticados pelos seus cidadãos. Eu cometo o crime, o Primeiro Ministro vai preso?

Referências deste Artigo:

http://​www​.iht​.com/​a​r​t​i​c​l​e​s​/​2008​/​01​/​21​/​t​e​c​h​n​o​l​o​g​y​/​r​e​d​i​n​g​.​php
http://​torrentfreak​.com/​p​i​r​a​t​e​-​b​a​y​-​b​l​o​c​k​e​d​-​b​y​-​i​s​p​-​080204/
http://​news​.bbc​.co​.uk/​2​/​h​i​/​b​u​s​i​n​e​s​s​/​7240234​.​stm

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Les Tics — Novo álbum

19, Novembro, 2007
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Quem me acompanha há algum tempo sabe que uma das minhas bandas favoritas é os Gianoukas Papoulas. Mais recentemente o Olavo Rocha, vocalista da banda, falou-​​me que estavam com um projecto novo, chamado Lestics. Na altura lançaram o álbum 9 Sonhos. Agora chega aos escaparates um novo trabalho intitulado “Les Tics”, que segue uma linha de produção independente, distribuindo o trabalho livremente na internet e gravando tudo em casa ou quase…

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O Rock de S. Paulo é muito diferente daquele que se ouve cá fora como sendo rock brasileiro. Não é tão bem disposto, é mais introspectivo, mais desiludido com a vida e mais urbano. Este novo álbum é uma continuação óbvia do primeiro e particularmente gostei da faixa n. 9 “Ego” que traz para a frente o tom experimentalista e irreverente que caracterizam os Lestics. Sem dúvida uma bela prenda de Natal.

Ah!… Já disse que o álbum é GRATIS? Podes fazer o download do Les Tics no site oficial da banda. Sem DRM nem limitações de porra alguma. Grátis, Free, de Borla…

Obrigado Olavo.

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O Preço da Música

16, Outubro, 2007

Uns preços sobem, outros descem, outros dizem que vão ser de borla… mas a verdade é que depois da Amazon começar a vender música sem DRM as coisas não podiam ficar iguais.

A Apple teve que ir atrás e baixou o preço da música da iTunes Music Store… as músicas do iTunes Plus (sem DRM) passam a custar 99 cêntimos e as com DRM a 89 cêntimos.

Ainda não consegui confirmar isto na loja do iTunes, nem na portuguesa, nem na americana, mas como hoje é terça feira e a loja online também esteve em baixo para aceitarem as pre-​​orders do Leopard (sim, para dia 26), vamos estar atentos ao que acontece hoje de tarde.

Depois de se ter falado há algum tempo na internet que a Apple tinha que entregar 79 cêntimos às produtoras de música, parece que as margens começam a ficar mais pequenas. Andam pelos vistos a estragar o negócio à Apple…

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MP3: Procurar música no Google

24, Julho, 2007


MP3 Google Search WidgetProcurar downloads de música online normalmente passa por utilizar programas de P2P (Peer to Peer). Os tais programas que a RIAA gostava que fossem todos interditos. Acontece que é muito simples encontrar música online pronta a descarregar, mesmo sem se utilizar qualquer programa de P2P.

O Google é talvez a melhor forma de se procurar música das nossas bandas preferidas para que possamos fazer download. Muitas pessoas colocam a música em pastas partilhadas em servidores universitários ou semelhantes, levando a que o Google as indexe. O truque está em perceber se conseguimos aproveitar essa possibilidade para procurar mp3 no Google. Já tinha demonstrado a possibilidade de fazer pesquisas, no artigo Procurar MP3 no Google através do lançamento do Widget para o Dashboard. Agora vamos brincar directamente na caixa de pesquisa do Google.

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Música sem DRM com email escondido!

1, Junho, 2007

Oh! Steve, Steve… não havia necessidade,…” diria um uma personagem da TV portuguesa há alguns anos.

O acordo tão louvado entre a Apple e a EMI há algum tempo, de repente parece estar a transformar-​​se num desastre de relações públicas. A descoberta de que os ficheiros Fairplay-​​Free afinal não são tão livres assim, incluindo nos dados do ficheiro informação sobre quem comprou o ficheiro, incluindo o email. Ora mais uma vez não havia necessidade de tamanho disparate.

Com isto o iTunes Plus não passa de um engano. As pessoas vão-​​se sentir violadas nas sua privacidade e penso que pode ser um show-​​stopper para muitos que pensavam em utilizar o novo sistema de compras.

Eu sei que uma amiga minha gosta muito de uma dada música. Decido fazer-​​lhe uma surpresa, compro a música no iTunes e envio-​​lha por email. Ela pega nela e mete-​​a num P2P! O que me acontece?

1) A EMI pode vir atrás de mim para me processar.

2) O meu email é adicionado a uma base de dados por alguém do P2P e enchem-​​mo de Spam, para além de ficarem com alguns dados da minha conta no iTunes.

Ou seja, a inclusão de algum tipo de identificação do cliente no ficheiro áudio é mau, muito mau mesmo. É como se fossemos comprar um maço de tabaco e a tipa da tabacaria nos dissesse que tinha que meter o nosso número de contribuinte em cada uma das beatas!

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EMI liberta-​​se do DRM. Steve Jobs tinha razão…

2, Abril, 2007
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Depois da carta aberta do Steve Jobs sobre o DRM, uma das Big Four, a EMI decidiu passar a vender a sua música sem protecção DRM. o iTunes da apple vai passar a vender o catálogo da EMI num formato com o dobro da qualidade e sem protecções.

Talvez hoje comece o fim do non-​​sense que foi o DRM. E reparem que já digo “foi”, no passado.

Esperemos que hoje seja o dia em que o DRM passa à história, que finalmente as companhias percebam que coisas que chateiam os clientes os afastam ainda mais em vez de os fazerem sentir protegidos.

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