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Artigos com Etiquetas ‘rant’

Até tu Antena 2!…

5, Novembro, 2009
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A Antena 2 não é uma rádio de cultura: eclética, aberta e progressista. É, sob a capa de uma intelectualidade auto-​​atribuida, um chorrilho de conservadorismo de algibeira, de um Portugal bacoco, antiquado e feudal. A intervenção desta manhã do jornalista Pedro Malaquias sobre a retirada de crucifixos das escolas públicas é apenas mais uma prova disso.

Mudei de posto!

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Google Books Mobile para iPhone e iPod Touch

6, Fevereiro, 2009

Book SearchO mundo dos livros é repleto de contradições tudo por causa da defesa de uma ideia de direitos de autor que não se coaduna com o século XXI. São as editoras que se recusam a lançar livros em formato e-​​Book porque vivem do transporte de papel, mesmo que 4 ou 5 horas depois do lançamento dos livros já haja cópias digitais na internet, são as editoras com medo de perder o seu ganha pão impedem que um livro caia no domínio publico ao fim de um tempo razoável, e expandem a protecção até 75 anos após a morte do autor, são as editoras que dizem que o seu próprio mercado está em crise… e adivinhem quem é o culpado?

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Java4Mac… Sun devia fazê-​​lo

27, Outubro, 2008
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Para as restantes plataformas o Java já vai na versão 1.6.0_10. No entanto a Sun não lança uma versão do Java para Mac, deixando essa tarefa para a própria Apple que… tem tanto interesse em lançar o Java para Mac com eu tenho de aprender Objective C… é para amanhã.

Sendo que a Sun faz uma série de distribuições e o Mac é neste momento a segunda plataforma de distribuição a seguir ao Windows, não faz sentido que seja a própria Sun a desenvolver o Java para Mac? Não se percebe. Para além disso poderia ser a forma de ter Java 1.6 a correr em máquinas de 32 bits (algo que a Apple se recusa a fazer)

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Os números e falta de crítica!

26, Junho, 2008

A Mozilla no lançamento do Firefox 3, tentou um golpe de publicidade tentando bater um record do número de downloads de um software durante as primeiras 24h.

Antes, ninguém tinha feito algo semelhante e portanto o feito do Firefox será único até que outros o tentem.

Mas o mais estranho é que ouvi alguns “pseudo críticos” patetas vir a terreiro tentar aproveitar a boleia do Firefox para falar de outros softwares, tentando menosprezar o feito do Firefox. Passo a explicar:

O Firefox 3 consegui mais de 8 milhões de downloads no primeiro dia. Um feito notável para um software que tem que concorrer com o monopólio do Internet Explorer.

Uma das críticas que surgiram tentando tirar o valor a este feito foi que o Flash da Adobe tem 12 milhões de downloads todos os dias.

Isto atirado assim, parece colocar mal o Firefox. Afinal se um simples plugin consegue ter mais 50% de downloads diários em média do que o Firefox?

Mas o mais curioso destas afirmações é que normalmente não são confirmadas. São atiradas para a Web para atirar poeira e ninguém pensa um bocadinho nelas, quanto mais verificar os números.

Mas pensem assim, a Gartner estima que actualmente existem 1000 milhões de computadores pessoais no planeta. Se o Flash está a fazer 12 milhões por dia… 12 * 365 = 4380 milhões de downloads anuais. Ou seja… cada um dos computadores existentes está a instalar 4,3 vezes por ano o flash. Todos! 4,3 vezes por ano!

Isto serve de exemplo apenas. Mas a verdade é que os exemplos de falta de visão crítica são abundantes e podem dar uma visão errada de um feito ou acontecimento. O Firefox 3 com os seus 8 milhões em 24 horas é efectivamente um feito fantástico. Não há forma de o negar. A tentativa de tentar retirar dividendos para outros softwares é patético. Cabe a quem lê dar-​​lhe o crédito que merecem: O caixote do lixo.

E já agora, já fez download do Firefox 3?

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Como juntar a excitante tarefa de armazenar sementes com podcasts no mesmo post…

19, Junho, 2008
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Há precisamente 2 anos foi iniciada a construção do banco mundial de sementes, ou se preferimos a “Arca de Noé Verde”. O banco foi construído no interior de uma montanha norueguesa e albergará o património genético vegetal para o futuro. Ao fim de quase dois anos, o banco abriu este ano em Fevereiro e também nós enviamos sementes para serem armazenadas no banco norueguês.

Mas concretamente o banco português de germoplasma vegetal, situado em braga, doou as sementes. A história do banco é fascinante, tanto o que me foi possível perceber pela reportagem que a TSF fez há uns meses (18 de Abril) sobre o mesmo. Ora quando procurei, foi relativamente fácil encontrar o programa chamado “Mais cedo ou mais tarde” no seu blog, mas com muita pena não foi possível encontrar arquivo áudio do mesmo. Porque é que não produzem também todos os programas em formato podcast? Não que os downloads fossem muitos, mas permitiram ser um arquivo para consultas futuras. Até podiam utilizar a secção para rádios do Archive​.org se não fossem muito esquisitos com as licenças.

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Taxas aduaneiras! Alguém percebe isto?

9, Abril, 2008

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Foto de canonsnapper

Estive a ver as taxas aduaneiras que temos que pagar caso compremos alguma coisa fora do mercado único e só posso dizer que mais uma vez estamos perante um sistema fascinante.

Se quiserem, podem fazer download da tabela das taxas aduaneiras usualmente pagas para produtos comprados via internet em países não europeus (Leia-​​se EUA por causa do dólar barato).

Mas vamos lá ler alguns produtos deste guia fantástico:

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Alto! A terra vai ser engolida…

28, Março, 2008

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É curioso que hoje em dia se recorra ao medo e à ignorância para conseguir convencer as pessoas daquilo que queremos fazer.

A última parece ser a de um cientista americano que decidiu colocar em tribunal uma providência cautelar para que o LHC (Large Hadron Collider) não seja colocado a funcionar por receio que ele crie um buraco negro que faça desaparecer o planeta terra…

O mais extraordinário disto é: Quando a comunidade científica não suporta uma teoria, o melhor é levar a teoria a um juiz, que certamente percebe mais do assunto…

É óbvio!

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Cartão Sete Colinas Ilegal ou Não?

5, Março, 2008


Normalmente não ando muito de transportes públicos (prefiro andar a pé) mas de todos o que mais utilizo é o metro. Há uns tempos os bilhetes de metro simples foram substituídos por um cartão recarregável que evita o gasto de papel. Ora aqui está uma boa ideia, pensei eu. Uma coisa inteligente.

Ontem, contudo a opinião que tinha desta medida mudou. Porquê? Porque os tipos do metropolitano de Lisboa decidiram passar a cobrar pelo cartão recarregável. Ao ir apanhar o metro cheguei à máquina e pedi um bilhete simples de 1 zona. O preço que apareceu 1,25€ Como? Pagar o cartão? Lembrei-​​me que tinha um cartão desses de uns dias antes (que foi de graça) e pensei… “Deixa lá ver como é que isto funciona, e já agora vamos lá carregar isto com 10 viagens”… Ora segui as instruções do ecrã e no momento em que escolhi carregar 10 viagens… NADA. Dois clicks e um clack vindos da ranhura onde o cartão estava inserido e o ecrã voltava ao ecrã inicial sem sequer se dar uma INFORMAÇÃO ÚTIL sobre o erro ocorrido.

Por esta altura estava já a pensar se me iam obrigar a comprar um bilhete de metro por 1,25€…

Voltei a tentar mais uma ou duas vezes… Sempre o mesmo resultado. IMPOSSÍVEL carregar o cartão com 10 viagens. Lá optei por tentar carregar apenas com 1 viagem… Click Clack… e a máquina dignou-​​se pedir-​​me o dinheiro do bilhete… 0,75€. Finalmente. Mas em todo o caso de cada vez que andar de metro vou ter que carregar 1 bilhete de cada vez… MUITO OBRIGADO, senhores do METRO.

Depois na emocionante viagem que fiz de metro pus-​​me a pensar ainda outra coisa: Pode o Metro cobrar pelo cartão? É que se a EDP deixou de poder cobrar pelo aluguer do contador, porque é que este cartão é diferente? No fundo o cartão é apenas o CONTADOR de viagens! É algo que faz parte da infra-​​estrutura e que por si não fornece um serviço ao cliente. O cartão em si mesmo não presta um serviço, não tem utilidade nenhuma porque o cartão em si não é um bilhete.

Parece-​​me pois que o custo deste cartão deveria ser suportado PELO METRO e não pelo cliente. Qualquer dia para andar de metro temos que comprar para além do título de transporte uma carruagem, alugar motoristas, e trazer uma pá para cavar o túnel.

O site do METRO tenta passar a ideia de que o preço do cartão não é problema porque é rapidamente recuperado pelo utilizador do mesmo. Ora a questão aqui não são os 50 cêntimos, mas sim o princípio. O princípio de obrigar o cliente a pagar algo extra para além do título de viagem, algo que até agora não existia parece-​​me que poderá ser semelhante ao que se passa com o caso dos contadores e parece-​​me profundamente errado, sejam 50 cêntimos ou 5000€.

Para além disso imagine-​​se alguém que vá utilizar 1 única vez o metro. Em termos efectivos esta pessoa tem um aumento do custo da viagem de 66% e desculparem-​​se que este valor será menor se a pessoa utilizar o metro muitas vezes… UM GAJO PODE NÃO QUERER UTILIZAR O METRO NOVAMENTE, QUERER 1 VIAGEM, SEI , PORQUE TALVEZ VIVA NOUTRO PAÍS E PENSE NÃO VOLTARLISBOA?

Senhores do Metro, vão fazer alguma coisa? Claro que não, porque são um belo de um MONOPÓLIO e tem que pagar o custo das inundações no Terreiro do Paço. Por isso inventaram uma bela forma de aumentar os preços dos bilhetes e angariar mais uns trocos. Para além de que o sistema não funciona nas máquinas de venda automática para carregar 10 viagens (Ou se calhar não houve dinheiro para verificar o novo software) e nem se digna a dar informações.

E já agora: Quem foi a besta que fez o design deste cartão que se esqueceu de mostrar como inserir correctamente o mesmo na máquina? É que design não é “embelezar” o produto, mas pronto.

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Ok… Nada de novo por aqui…

6, Dezembro, 2007

A Acer vai patrocinar os jogos Olímpicos de Londres em 2012. Não é uma grande notícia, alguém teria que patrocinar, mas esperemos que o patrocínio se fique apenas pela pagamento de dinheiro e não obriguem ninguém a utilizar os seus PCs… Pelo menos para assegurar que os jogos chegam ao fim e não é preciso ficar à espera seis meses de blocos de partida quando algum avariar.

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10 Razões pelas quais odeio a Microsoft

24, Outubro, 2007

Agora que não tenho que viver com eles até os aturo, mas quando se chegam perto fico assustado. Porque é que eu não gosto da Microsoft? Aqui ficam as minhas 10 razões para odiar a Microsoft:

10. User experience.
E quando falo de user experience não falo da minha, que sempre me soube orientar nos computadores, falo dos outros utilizadores Microsoft que ao não conseguirem dar com caminho se viravam para mim para os ajudar. Vivi com os OS da Microsoft desde o 3.11 (antes usava o DR-​​DOS) até o XP. Ou seja… entre 1992 e 2002. 10 anos de desespero sempre a pensar quando seria interrompido por alguém a pedir ajuda para imprimir uma carta.

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