E de repente o seu patrão chegasse ao pé de si e lhe dissesse “Tome $1000 e vá-se embora.”?
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=vWi-zXqUnng]
E de repente o seu patrão chegasse ao pé de si e lhe dissesse “Tome $1000 e vá-se embora.”?
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=vWi-zXqUnng]
Segundo a notícia do Público a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) consegui resolver os imbróglios com o aspecto das tascas e marcou a data de abertura da feira do livro.
Assim a partir do próximo sábado e até 15 de Junho é altura ir ao fundo da carteira e comprar com preços de feira. Uma boa notícia sem dúvida.
[blip.tv ?posts_id=906824&dest=-1]
Uns canadianos juntaram-se para beber uns canecos e discutir o assunto. A parte mais interessante é naturalmente a confirmação de que o Social Mobile Networking vai ter que mudar radicalmente o panorama móvel actual. Vale a pena ver.
That the picture in The Times is a blur is itself an accuracy. Where this has happened is so remote that clarity would misrepresent not only distance but our feeling about distance: just as the first listeners at the telephone were somehow reassured to hear static that interfered with hearing (funny word, static, that conveys the atom's restlessness), we're not even now--at the far end of the century--entirely ready to look to satellites for mere resolution. When the Mir invited the first American astronaut to swim in the pool of knowledge with the Russians, he floated exactly as he would have in space stations of our own: no lane to stay in, no line to determine the deep end, Norman Thagard hovered on the ceiling something like an angel in a painting (but done without the hard outlines of Botticelli; more like a seraph's sonogram), and turned to Yelena Kondakova as his cheek received her kiss. And in this too the blur made sense: a kiss so grave but gravity-free, untouched by Eros but nevertheless out of the usual orbit, must make a heart shift focus. The very grounding in culture (they gave him bread and salt, as Grandmother would a guest at her dacha; and hung the Stars and Stripes in a stiff crumple because it would not fall), the very Russianness of the bear hugs was dizzily universal: for who knows how to signal anything new without a ritual? Not the kitchen-table reader (child of the Cold War, of 3x5 cards, carbon copies, and the manila folder), who takes a pair of scissors--as we do when the size of some idea surprises--and clips this one into a rectangle much like her piece of toast. There: it's saved, to think of later. Yet it would be unfair to leave her looking smug; barely a teenager when she watched, on her snowy TV screen, a man seeming to walk on the moon, she's learned that some detail-- Virtual Reality or e-mail, something inexplicable and unnatural--is always cropping up for incorporation in what's human. What ought to make it manageable, and doesn't quite, is the thought of humans devising it. She'll remember Norman Thagard in June, when the Mir (meaning Peace: but how imagine this without agitation?) docks with the Atlantis (meaning the island Plato mentioned first and which, like him, did not disappear without a splash), to shuttle the traveler back home--or to whatever Earth has become.
Mary Jo Salter
Mesmo depois de 500 anos passados sobre as descobertas, este continua a ser um país de Velhos do Restelo. Continuam muitos a acreditar que a imutabilidade das coisas é sinónimo de perfeição, que as aventuras e a novidade não devem ser coisa nacional. Ficam ali sentados nos seus bancos de jardins, apoiados em cajados que já mal aguentam as suas pobres carcaças, dizem mal e lamentam-se do nosso triste fado… Não mudam e ficam qual estátuas de granito empedernido a repetir a palavra do velho do poeta. Como a original tinha mais arte, mais vale ouví-la em vez, porque ouvindo-a, se ganha a força e o engenho para continuar a embarcar em caravelas e a enfrentar perigos inimagináveis. Os velhos… os velhos ficam em Lisboa… ou no Porto… ou em Lama de Ouriço. E falam, falam, falam… deixai-os falar, ninguém os ouve… Lá pelas bandas do canto nono encontram a recompensa os aventureiros…
52 De longe a Ilha viram fresca e bela, Que Vénus pelas ondas lha levava (Bem como o vento leva branca vela) Para onde a forte armada se enxergava; Que, por que não passassem, sem que nela Tomassem porto, como desejava, Para onde as naus navegam a movia A Acidália, que tudo enfim podia.(…)59 Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor, com que tu, rubi, teu preço perdes; Entre os braços do ulmeiro está a jocunda Vide, com uns cachos roxos e outros verdes; E vós, se na vossa árvore fecunda, Peras piramidais, viver quiserdes, Entregai-vos ao dano, que, com os bicos, Em vós fazem os pássaros inicos.
in “Os Lusíadas” de Luís de Camões
O último projecto em que me meti já está no ar. Em parceria com a Maria João Valente e o Phil, lançamos o podcast Triplo Expresso, sobre tecnologia e internet.
O triplo expresso pode ser ouvido em triploexpresso.com ou pode ser assinado no itunes.
Senhor presidente da junta, Não o conheço pessoalmente mas parece-me que deve ser um bocado otário (está dito). Então o senhor presidente da junta decide aldrabar o estado apostando em combustíveis alternativos em vez combustíveis fósseis? Não sabe que essas tretas do ecologismo e aquecimento global foram inventadas por uns tipos que estão lá na assembleia, são 2, não sabem o que é um fato, e fartam-se de fazer barulho? É verdade que há na Europa alguns países que acham que essa coisa pode no futuro salvar o planeta do cataclismo e até fazem energia a partir de bosta de alce e usam uns cata-vento para fazer electricidade. E por causa desses sacanas, nós cá fomos obrigados a fazer de conta que também somos modernos e desatamos a plantar cata-ventos! Mas o senhor sabe que isto é assunto do governo apenas. Temos aqui uns ministros que tem umas empresas que tratam dessas coisas ecológicas. É que nós não podemos andar a dar subsídios a quem não for nosso amigo, não é? O presidente tem que compreender… Quanto ao seu caso, claro que o amigo vai ter que pagar a multa. O ministro da tutela não recebeu o cabaz de natal da sua junta e por isso é natural que mande fechar essa chafarica. Já viu se agora todos os presidentes da junta começassem a melhorar o estado do país? A qualidade de vida das pessoas (O diabo não ouça isto)? Já viu para onde íamos? Qualquer dia até pensavam em derrubar este governo. E nós não podemos permitir isso, pois não? Caro amigo, por isso considere lá a sua posição. Nós estamos cá uns para os outros. Olhe, fazemos assim,vá lá comprar uns bidões de gasóleo para os seus camiões, esqueça essa parvoíce do dar 5 litros de biodiesel aos naturais da Ericeira, e passe aqui na sede do partido com uns chouriços e uns pasteis que a gente resolve a sua situação para tentar evitar que o amigo faça mais asneiras como a que apareceu nos jornais. Um abraço
José.
Uma pessoa está em todo o lado, Blog, Twitter, Flickr, Delicious, Tumblr, enfim… um sem número de sites. E como acompanhar isto tudo? Ultimamente surgiu o FriendFeed que no fundo permite agrupar tudo o que andamos a fazer, mas pus-me a pensar e… o friendfeed é mais um serviço que é preciso registar e utilizar… Porra, a ideia era diminuir o número de serviços ‘…
Pus-me a pensar em como resolver este problema e… valha-nos São RSS! Um pipe aqui outro ali e agrega-se tudo num feed RSS (que é por sinal chamado MegaFeed) e obtemos aquilo que é o “All Things David“.
E o que é o All Things David? É uma inutilidade, mas se por acaso você é do tipo stalker e precisa saber exactamente tudo o que faço, onde faço e como faço para me poder atacar, então o All Things David é para si. Subscreva-o e eu faço-lhe a papinha toda!