iPhone 2.0 e iTouch

Hoje é terça feira… e como tal dia da loja da apple estar em baixo… Quando voltou foi finalmente lançada a versão 2.0 do iPhone ou se preferirem a versão com mais memória… Agora o iPhone pode ter 16Gb de memória flash. Por outro lado o iPod Touch também teve um upgrade contando agora com 32Gb de memória…

Apple, para quando o upgrade do MacBook Pro? É que já está a começar a ficar muito atrasado e eu preciso de fazer uma encomenda…

ver ainda: Será que ainda ris da mesma forma? iPhlop na Alemanha Apple: SDK para o iPhone, finalmente Apple: o iBrick podia ter sido evitado?

Hoje no Ikea

Sabem aquelas filas prioritárias para as caixas que todos achamos que são mais rápidas que as restantes? Pois é, não são, a menos que tenhamos um puto de 6 anos vestido de Zorro connosco.

No Ikea de Alfragide o sistema funciona mais ou menos da seguinte forma: As filas são prioritárias não porque são reservadas as certas pessoas, mas porque essas pessoas quando chegam à fila passam à frente dos clientes que lá estiverem. Até aqui nada de anormal. As pessoas sabem como funcionam as coisas e são civilizadas.

Os critérios de prioridade são o perfeitamente aceitável, grávidas, idosos, deficientes e pais com crianças até os 2 anos de idade (leia-se colo).

Ora hoje estava na fila para pagar uns artigos e a empregada da caixa decidiu verificar se havia pessoas com prioridade ao ver que havia na fila pessoas com crianças. Perguntou a uma mãe a idade do filho (um miúdo disfarçado de Zorro com idade para andar na escola primária).

  • “Ele, hm, hm… tem 4 anos”. Mentira pegada a ver se colava…

  • “Ah, a prioridade é para crianças até os 2 anos ou crianças ao colo”.

E lá ficou o miúdo com a mãe à espera. Claro que a dita não se fez rogada… mudou para a fila do lado que também era prioritária e quando viu que a respectiva empregada saiu da caixa para verificar se havia clientes com prioridade virou-se para o miúdo:

  • “Tiago, anda cá para o colo”

E claro que assim conseguiu passar à frente de todos os que estavam à espera… Passou com o miúdo ao colo (ou diga-se antes ao pendurão, que quase ia com os pés a arrastar pelo chão… ) feliz da vida por ter ganho uns 15 minutos. Foi esperta, muito esperta, os meus parabéns.

Desejo-lhe que nunca tenha que precisar de um serviço onde seja eu a definir as prioridades…

Afinal não é a CGTP, é o Público!

Já se percebeu que neste país quem disser o que pensa se arrisca a levar com um processo em cima daquele que diz ser o nosso Primeiro Ministro, principalmente se se tratar de uma conversa dentro de um edifício público.

Também já se percebeu que a CGTP é uma central sindical cheia de dinheiro e de bons pulmões, porque segundo aquele que diz ser nosso Primeiro Ministro, eles estão em toda a parte e onde quer que ele vá eles estão e assobiam.

Agora este fim de semana ficamos a saber que afinal aquele que diz que é o nosso Primeiro Ministro voltou com a palavra atrás e afinal não é a CGTP que anda atrás dele pelo país inteiro: Pelos vistos é o jornal Público. Esse sim, o verdadeiro inimigo do bom jornalismo e o autor de uma campanha que visa denegrir a imagem daquele que diz ser o Primeiro Ministro.

Aliás o “que já não passa despercebido a ninguém” é que este senhor que diz que é Primeiro Ministro, recorre sistematicamente ao insulto e ao ataque quando é confrontado com factos que não pode escamotear.

Primeiro o Charrua, depois a CGTP, agora o Público… já para não falar de todos os deputados da assembleia da república que sem excepção foram presenteados com a digníssima forma de estar na política do senhor que diz que é Primeiro Ministro.

Mas que o senhor que diz que é Primeiro Ministro ataque o jornal Público porque não gosta do que o jornal Público diz, é muito natural e aceitável. O que não é aceitável é o senhor que diz que é Primeiro Ministro continuar a não ter vergonha da forma como faz as coisas, de dar o dito por não dito, assinar aquelas monstruosidades urbanísticas, e não ter sequer a coragem de pedir desculpa pelo que fez… e como o fez. Só isso chegaria em qualquer parte do mundo, mas aqui não… foi o Público que o obrigou a assinar aqueles projectos…

Mas o facto do senhor que diz que é Primeiro Ministro não pedir nunca desculpa pelos seus erros e mentiras é algo “que já não passa despercebido a ninguém“.

Somos, pois somos…

Segundo um artigo publicado no jornal público os portugueses são os que mais utilizam a internet para ler ou para escrever blogues

Isto parece-me uma verdade de “la Palice“. Como é óbvio, um tipo faz qualquer coisa durante o horário de expediente para não ter que trabalhar. Não é preciso nenhum estudo sobre o assunto para perceber isso dos portugueses. E com um computador ligado à internet que melhor forma de mostrar ao mundo que não estamos a trabalhar do que através da verborreia do nosso cérebro?…

Certezas…Jamais…

Como é possível o ministro Mário Lino continuar como ministro das obras públicas quando é o alvo da risota, já não pelas costas, mas sim na sua frente nos locais onde aparece em público?

É que já não é uma questão de chacota. É uma questão de descrédito completo, porque tudo o que ele disser publicamente está comprometido de seriedade. E estando comprometido, como pode um ministro ter condições de continuar em funções, por mais sérias que sejam, desta vez, as afirmações?