Comentários agora com Dis(c)qus(são)

Reactivei os comentários no SPP através do Disqus a ver o que dá. Os posts mais antigos devem continuar durante bastante tempo sem comentários (pelo menos até que eu tenha tempo para lhes dar uma olhadela)

WordPress cache problem

I’ve setup my wordpress so it does object caching. This improves performance but is a pain when you have to upgrade your system. After the latest WP 3.0 -> WP 3.0.1 upgrade via automatic upgrade I noticed that I was stuck at the upgrade page saying that I didn’t need to upgrade my database and with the OK button redirecting me to my frontpage. Well, this is all good and all, but I wanted to go into my admin section, not my front page. There was a cache problem in wordpress. After fiddling around the only thing that manage to solve the problem was to delete the cache folder and rebuild it again.

So, If you’re experiencing some post upgrade wordpress problems and you’re using some sort of caching mechanism…

Delete the /cache folder at /wp-content

And while I was loosing my time trying to figure out why was I locked out of my WordPress admin pages, the website was running because I had the UNIVERSAL CACHING MECHANISM FOR WORDPRESS: static files

Desabafo: Não há a plataforma de blogs perfeita.

Pelas minhas contas o primeiro post num blog meu foi feito há 8 anos. É muito tempo a escrever pequenas histórias (que afinal é isso que os posts são). Já tive blogs em muitas plataformas, experimentei diversas tecnologias, já utilizei layouts minimalistas e outros cheios de bling. Apaixonei-me pelo WordPress e agora cada vez mais o odeio. Toda a simplicidade do WordPress é uma prisão… O Sixhat Já esteve no Blogspot, já esteve em servidores próprios, já esteve em servidores partilhados. Penso que só lhe falta ser escrito em ficheiros de texto ou utilizar o Movable Type(Não me lembro de o ter utilizado, embora o tenha experimentado durante algum tempo. Talvez a geração de ficheiros estáticos seja a solução).

Agora que dizem que os blogs estão o morrer, será que me devo preocupar em procurar?

NATAL: Obrigado Twitter

2009: my twitter followers, thank you

2009 foi sem dúvida o ano do twitter… (não disse já o mesmo no ano passado?) em Portugal (assim está melhor). Foi acima de tudo o ano da consolidação da plataforma, do ano em que finalmente em que as escolhas não se limitam a ser por falta de melhor, mas por opção. 2009 foi o ano em que finalmente o UnFollow de pessoas pouco interessantes chegou ao twitter. Em 2009 chegou-se as pessoas começaram a chegar à conclusão de que o twitter é, mas do que uma conversa colectiva, uma conversa colectiva seleccionada (isto apesar de todas as chatices de spammers e empresas que acham que o twitter é canal de publicidade). Assim e apesar de tudo no dia de Natal queria agradecer aos followers do Sixhat Pirate Parts no Twitter pela paciência e pela persistência.

Blogosfera? Pensamentos sobre a Zona Franca.

free-speech.jpg

Tem havido algumas movimentações na blogosfera, nomeadamente para “regular” o que se diz, como se diz, ou mesmo se se diz alguma coisa.

O que me preocupa fundamentalmente é que algo que sempre foi uma zona franca, uma espécie de “speekers’ corner” esteja a ser alvo de ataques, uns grosseiros e patéticos, como o caso do programa sobre os perigos da internet, outros ordenados por providências cautelares de tribunais como no caso do blog da povoa online.

Naturalmente ambos estão sujeitos à lei. Numa zona franca um crime continua a ser um crime, mas no entanto há uma tolerância quanto ao que os outros pensam e dizem sem se tentar impedir o discurso apenas porque não se concorda.

Naturalmente que a comparação dos blogs com o speecher corner tem dois problemas fundamentais. O primeiro é que o que se diz é permanente e não desaparece à velocidade de 340 m/s e o segundo é que o speechers corner não tem tanta visibilidade como a blogosfera. E é aqui que reside o busílis do problema:

A blogosfera atingiu já um tamanho considerável, sendo uma forma expressão que tem poder e os políticos sabem-no, daí que estejam atentos a ela (chegando mesmo a participar do festim). Ora as zonas francas são toleradas desde que sejam inócuas, e a blogosfera, com as suas propagações virais, com a capacidade de informar de forma opinada (sim, blogosfera e isenção não existem), é preocupante para quem até agora estava habituado a (des)informar ao ritmo dos seus interesses particulares. Ainda para mais num país onde os meios para o fazer estão concentrados em meia dúzia de grupos.

Acontece que se os speeker’s corner começassem a ter uma audiência e influência como a que a blogosfera já tem, certamente estariam a ser perseguidos como a blogosfera o é. Os políticos não gostam de zonas francas onde o pensamento livre emirja. Sabem que daí podem vir mudanças e perigos para o “status quo”, o que em política é sempre mau.

Ora, recentemente tem vindo a terreiro propostas de alterar a blogosfera, ou o seu estatuto, ou a forma como é feita… Ou seja, alguém quer regular a blogosfera, fazê-la uma coisa castrada de imaginação, de vontade própria. Acontece que os proponentes desse tipo de alteração são aqueles que mais tem a perder com o facto de a blogosfera ser uma zona franca. Alguns dos que estão muito preocupados com isso são os bloggers ditos “grandes”, porque naturalmente são aqueles que mais tem a perder se porventura os ventos mudarem de repente. Cresceram tanto que agora se acham no papel de representar os outros milhões de bloggers anónimos baseados apenas no número de pageviews que possuem.

A blogosfera, como muita coisa na vida, obedece a lei de potências: alguns, muito poucos, levam a fatia grande dos leitores e o grosso dos participantes consegue apenas umas migalhas (Leiam a “Cauda Longa”, do Chris Anderson, para uma explicação fácil e com exemplos das leis de potência ). Acontece que as preocupações emergentes por parte desses poucos, em sintonia com as vontades dos políticos, apontam na direcção da manutenção do estado das coisas, senão do agravamento da situação (para os matemáticos, aumentando a potência da lei de distribuição). Agora imaginem uma blogosfera portuguesa onde existissem apenas 10 ou 20 blogs, em que todos lêssemos os mesmos, onde ninguém ousasse escrever de forma diferente, porque o “regulamento” não permitiria, ou onde para ter um blog se tivesse que inscrever primeiro num clube de comparsas de crime. Seria efectivamente um país ainda mais cinzento esse.

Por isso deixem a blogosfera em paz, deixem-na continuar a ser zona franca, a ter coisas boas e coisas más. Deixem-na experimentar, procurar soluções, ERRAR. Não tentem manietá-la com regras, clubes ou cartéis. A blogosfera é algo orgânico que vai saber encontrar o seu caminho.

sixhat.net

Como já devem ter reparado, hoje foi dia de algumas mudanças aqui no Sixhat Pirate Parts.

A primeira e talvez mais importante foi a imagem do cabeçalho. Bem.. Não é a mais importante, mas a mais visível.

A segunda é que a partir de agora o blog tem um domínio próprio: sixhat.net sendo mais curto e mais fácil de memorizar que o antigo. Por isso actualizem os vossos endereços, embora o antigo continue a funcionar normalmente…

O RSS continua em http://feeds.feedburner.com/SixhatPirateParts